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ALEGRIA DA CRIANÇA

DIA DAS CRIANÇAS MOVIMENTA 78,2% DO COMÉRCIO EM MINAS

Nova pesquisa da área de inteligência da Fecomércio acaba de constatar que cerca de 30% dos comerciantes de Minas gerais acreditam que o período da dia das crianças deste ano pode superar o de 2025.  Faltando 15 dias para a data comemorativa, 26,5 % dos lojistas esperam estabilidade e 21,8 %o, projetam retração. O estudo da Fecomércio aponta também que o período infantil movimenta 78,2% das empresas do comércio varejista no Estado.

Os brinquedos aparecem como a categoria com maior expectativa de saída, citada por 23,1% dos empresários. Na sequência estão roupas, com 17,2%, balas e doces, com 10,7%, e calçados, com 8%.

Para atrair o consumidor, empresas pretendem adotar algumas ações. De acordo com o levantamento,15,8% em promoções e liquidações. Já 17,1% apostarão em propagandas, e 20,2% em atendimento diferenciado. O marketing digital aparece em 11,5% das estratégias mencionadas.

Em relação ao valor das compras, as faixas de tíquete médio mais citadas são de R$ 70 a R$ 100 e de R$ 100 a R$ 200, ambas com 23,6% das respostas.

A pesquisa aponta ainda que , segundo 85,1% dos empresários, as compras devem ocorrer principalmente na semana do Dia das Crianças. Apenas 12,4% esperam que os clientes se antecipem.

“A concentração das compras na semana da data reforça a importância de o comércio estar preparado para responder rapidamente ao aumento da demanda. O consumidor pode deixar a decisão para os últimos dias, mas espera encontrar disponibilidade, facilidade de pagamento e uma experiência de compra simples”, explica a economista da Fecomércio MG, Gabriela Martins.

 

MUNDO VIRTUAL

Para uma parcela das lojas, as vendas digitais já representam uma fatia relevante do faturamento, concentrada principalmente nas faixas de 15,01% a 20% e de 10,01% a 15% das receitas.

Entre as empresas impactadas pela data, o WhatsApp é o principal canal utilizado por 81,5% dos estabelecimentos, seguido pelas redes sociais, com 25%.

“O destaque do WhatsApp mostra que conveniência e contato direto continuam sendo importantes para o consumidor. Para o varejo, isso significa estar disponível no canal em que a decisão de compra efetivamente acontece”, destaca Gabriela Martins.

 

OUTRA VISÃO

No lado oposto, os empresários que acreditam em um desempenho inferior ao do ano passado apontam como principais problemas: a retração do comércio (48,9%), o endividamento do consumidor (25,6%), e a crise econômica (23,3%).

 

 

Por Jardel Gama

 

 

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