ESCOLA ESTADUAL EM BELO HORIZONTE TEM PARTE DO PRÉDIO INTERDITADA APÓS TRINCAS E RACHADURAS
A Defesa Civil de Belo Horizonte interditou preventivamente nas últimas horas desta quarta-feira (23) parte do prédio da Escola Estadual Helena Pena, no bairro Sagrada Família, na região Leste de Belo Horizonte (BH), depois de uma vistoria contatar rebaixamento de fundação, trincas e rachaduras em paredes da unidade, incluindo espaços da secretaria, supervisão, direção, sala/banheiro e parte do auditório. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SEE-MG), a pesar da interdição de parte do prédio, as aulas acontecem normalmente para os 424 estudantes matriculados na Escola Estadual Helena Pena. Uma equipe de engenharia está adotando as medidas necessárias para a restauração dos ambientes afetados.
Diante das condições verificadas, a Defesa Civil emitiu uma Notificação de Risco e determinou o isolamento preventivo das áreas afetadas ou que possam ser atingidas pelos problemas estruturais. A medida deve ser feita com barreiras físicas até que sejam adotadas as providências necessárias para garantir a segurança do imóvel.
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informou que os servidores que trabalhavam nos espaços interditados foram remanejados para outras áreas da escola que estão liberadas para utilização. A Superintendência Regional de Ensino (SRE) Metropolitana A, responsável pela unidade, acompanha o caso em conjunto com a Defesa Civil Municipal.
AVALIAÇÃO E REPAROS
Entre as medidas determinadas pela Defesa Civil está a realização de uma avaliação técnica especializada, com o objetivo de identificar as causas dos problemas e definir as soluções necessárias.
Também deverão ser executados os reforços e reparos indicados pelos profissionais responsáveis, além da adoção de medidas de autoproteção e do monitoramento contínuo dos danos até que a situação seja solucionada definitivamente.
A responsável pela escola foi orientada a manter atenção permanente às condições de conservação, estabilidade, segurança e salubridade do imóvel.
A Defesa Civil não informou, até o momento, prazo para a liberação das áreas isoladas. A interdição é preventiva e permanece enquanto são avaliadas as condições estruturais e realizadas as intervenções necessárias.
VEJA NA ÍNTEGRA NOTA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO:
"A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) informa que parte do edifício que abriga a Escola Estadual Helena Pena, em Belo Horizonte, foi interditado após vistoria realizada pela Defesa Civil Municipal.
As áreas afetadas da escola incluem secretaria, supervisão, direção e parte do auditório. Servidores que atuam nos referidos espaços foram remanejados para outras partes da unidade escolar que estão liberadas para uso. Ressaltamos que as aulas não foram afetadas e as atividades pedagógicas estão ocorrendo normalmente para os 424 estudantes matriculados na instituição de ensino.
A equipe de engenharia da SEE/MG adota as providências necessárias para a restauração dos ambientes afetados, e a Superintendência Regional de Ensino (SRE) metropolitana A, responsável pela coordenação da escola, acompanha o caso de perto e em diálogo permanente com a Defesa Civil Municipal."
ABAIXO, POSICIONAMENTO DA DEFESA CIVIL:
"A Defesa Civil de Belo Horizonte informa que realizou, na tarde de quarta-feira (16), vistoria de riscos e danos na Escola Estadual Helena Pena, localizada na Rua Genoveva de Souza, 691, bairro Sagrada Família, Regional Leste, para avaliação das condições de segurança do imóvel.
Durante a vistoria, foram identificados recalques de fundação, trincas e rachaduras em paredes, inclusive com anomalias visíveis na face externa da edificação. Os problemas também foram constatados em ambientes como sala/banheiro e diretoria.
Diante das condições encontradas, a Defesa Civil emitiu uma Notificação de Risco, estabelecendo medidas que deverão ser adotadas pelo responsável pela unidade para mitigação dos riscos identificados.
Entre as providências estão a realização de avaliação técnica especializada para identificar e solucionar as causas dos problemas, a execução dos reforços e reparos indicados, a adoção de medidas de autoproteção e o monitoramento dos danos até a solução definitiva. Também foi determinado o isolamento preventivo, por meio de barreiras físicas, das áreas afetadas ou passíveis de serem afetadas, incluindo parcialmente espaços da secretaria, supervisão, sala/banheiro, direção e auditório.
A responsável pela unidade foi ainda orientada a zelar permanentemente pelas condições de conservação, estabilidade, segurança e salubridade do imóvel."
Por Jardel Gama
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Divulgação/Banco de imagens